Personalizando Select com JQuery

Muitas vezes nos deparamos com situações que exigem o uso da propriedade select em algum projeto web. As vezes o projeto exige dos programadores que o select seja mais elaborado ou diferenciado.
Nos padrões do HTML temos um select com poucas alternativas de customização, o que, em muitos casos não vem acalhar com as nossas reais necessidades de personalização.
Quando tudo esta difícil na web aparece o JQuery para resolver a nossa vida. O plugin Custom Select trás toda a flexibilidade para adaptarmos o nosso select da forma que for necessário.

Exemplo do select no código HTML:

<select name="dormitorios"  title="Exemplo:">
    <option value="1">1 exemplar</option>
    <option value="2">2 exemplar </option>
    <option value="3">3 exemplar </option>
    <option value="4">4 exemplar </option>
    <option value="5">5 exemplar </option>
</select>

Vamos para a configuração:

1 – Baixar a biblioteca principal do JQuery  jquery.tools.min.js

2 -Baixar o plugin jquery.customselect.js

3 – Chamar os arquivos js em seu html:

<script type="text/javascript" src="/path/to/jquery-1.4.2.min.js"></script>
<script type="text/javascript" src="jquery.customselect.js"></script>

4 – Inserir em seu código HTML a função que executa o nosso plugin;

<script type="text/javascript">
$(document).ready(function(){
    $('#select').SelectCustomizer();
});
</script>

 

CSS do select

Propriedade 1 – _iconselect

Vai ser a primeira parte do nosso select, onde se localizarão configurações como: tamanho da fonte, tipo de fonte, background do campo, entre outros.

Esta propriedade _iconselect é um sufixo gerado pelo próprio plugin.

Ex: A sua configuração no CSS ficará assim:

select_iconselect {
...
}

Propriedade 2 – _options

Esta propriedade é responsável pela configuração da nossa caixa de itens, ou seja, propriedades como tamanho da caixa, barra de rolagem entre outras. A propriedade no código CSS ficará assim:

select_options {
...
}

 

Propriedade 3 – selectwrapper e selectfooter

Esta propriedade vai configurar todos os itens do nosso select em associação com outras propriedades.

Aqui vai alguns códigos que serão relacionados com essa propriedade para a personalização do nosso select no CSS:

.selectwrapper {…}
.selectwrapper .selectitems{...}
.selectwrapper .last{...}
.selectwrapper .selectitems span{...}
.selectwrapper .hoverclass {...}
.selectwrapper .selectedclass {…}

Também temos a propriedade selectfooter que como o próprio nome induz, faz referencia a configurações do nosso rodapé, da caixa de itens.
No código CSS ficará assim:

.selectfooter {…}

Abaixo a imagem de um select personalizado:

OBS: Lembrando que estas propriedades são geradas automaticamente pelo nosso plugin. Por isso não incluímos nem uma dessas classes ao nosso HTML, apenas a propriedade select em sua forma natural.

p:graphicImage não atualiza com ajax…

Mais uma dica rápida e interessante, dessa vez na área de JSF, para quem programa utilizando Primefaces…

Às vezes temos alguma(s) imagen(s) em nossos cadastros(por exemplo, a foto de um cliente). Para renderizar as imagens na tela, utilizamos o componente <p:graphicImage />.

Acontece que se, caso quisermos atualizar a imagem utilizando ajax, a imagem insiste em não atualizar. Problema de sete cabeças?? Não!!

Eis o macete: o componente p:graphicImage possui um atributo chamado cache, que por default está setado como true. Ou seja, quando mandamos atualizar com ajax, a imagem será resgatada do cache. Então, para conseguirmos atualizar a imagem com ajax, setamos o atributo cache=”false”, obrigando a atualização da imagem e a correta exibição.

É isso aí pessoal, até a próxima!!

Evitando erro de “Wrong permissions on configuration file” no XAMPP

Muita gente(inclusive eu…), após instalar o XAMPP no seu linux, altera as permissões de todos os arquivos do XAMPP e deixa tudo com permissão total para todos (777). E na hora de dar um “start” no serviço mysql ou acessar o phpMyAdmin recebe uma bela mensagem que diz “Wrong permissions on configuration file, should not be world writable!”.

Que bonito!! É uma bela reclamação para o nosso chmod com permissão 777. E agora, como arrumar isso??

Não sei o seu caso, mas para mim foi simples. Ao iniciar, o phpMyAdmin necessita que pelo menos dois arquivos não estejam editáveis. São eles: “config.inc.php” e “my.cnf”. Para resolver, dei permissão 644 para esses dois arquivos e … feitooooo!!! O phpMyAdmin voltou a funcionar.

Por hoje é só, pessoal! Até a próxima.

Tutorial de instalação do SDK Android com Eclipse no Linux.

Em primeiro lugar, o download deve ser efetuado em http://developer.android.com/sdk/index.html, selecione o arquivo referente a plataforma utilizada (Windows, Linux ou Mac) e clique em “I agree to the terms of the SDK License Agreement” para aceitar os termo da licença do SDK e logo a após pressione o botão Download. Abaixo os comandos no modo console para efetuar a descompactação do arquivo SDK e execução do Android.

$ tar -zxvf android-sdk_r04-linux_86.tgz
$ cd android-sdk-linux_86/tools
$ ./android

Sugiro adicionar na variável ambiental PATH a pasta TOOLS do pacote Android SDK. Basta inserir no arquivo ~/.bashrc uma linha informando a localização das ferramentas do Android. A seguir um exemplo da linha a ser adicionada:

export PATH=${PATH}:<pasta de instalação do android>/tools

Ao executar o comando ./android, se tudo estiver funcionando corretamente, teremos um formulário similar ao da figura abaixo:

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Adicione os componentes no SDK e clique na opção Avaliable Packages e selecione a plataforma desejada (Android 1.1, 1.5, 1.6, 2.0, 2.1… ). Caso ocorra problemas de conexão, habilite o uso forçado https selecionando a opção Settings e Force https. E repita a operação.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Na janela de diálogo, clique em Accept e no botão Install Accept.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Instalação do Eclipse

A instalação do Eclipse pode ser efetuada no link http://www.eclipse.org/downloads/, com a extração do .tar.gz ou a utilização do YaST (na distribuição openSUSE) e seleção dos pacotes RPM. Selecione primeiramente o pacote eclipse e pressione o botão Aceitar.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Instalando o plugin do Eclipse (ADT – Android Development Tools):

No meu caso estou utilizando o Eclipse 3.5. Entretanto na página oficial do Android é mencionada a compatibilidade com diversas versões. Para iniciar a instalação do plugin ADT, abra o Eclipse, selecione o item Help do menu principal, logo após o subitem “Install New Software”.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Clique no botão “ADD…” para adicionar o site.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Adicione o Google plugin for Eclipse, no meu caso utilizei o site http://dl.google.com/eclipse/plugin/3.5.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Selecione todas as opções (Google Plugin Eclipse, Google App Engine Java e Google Web Toolkit).

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Repita a operação adicionando o site do ADT (Android Development Tools) digitando o endereço https://dl-ssl.google.com/android/eclipse/ e adicione ambos os pacotes.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Configure o Android selecionando o item Windows e clique na opção preferences.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.

Configure a localização do SDK e clique no botão “APPLY”.

Linux: Instalando o Android SDK na plataforma Linux.
PRONTO agora o seu sdk já esta configurado e pronto para o uso
Adaptado do artigo  Instalando o Android SDK na plataforma Linux disponivel em http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-o-Android-SDK-na-plataforma-Linux?pagina=1

 

 

PES 2012- O que vem por aí…

Todos os anos milhares de apaixonados por games e por futebol não vêem a hora de chegar o outono no hemisfério norte  trazendo com ele os novos lançamentos do Pro Evolution Soccer. Todo mês de outubro  a  Konami Digital Entertainment, dona da franquia PES, traz uma nova versão do game de futebol mais jogado no mundo, que é o único com todas as características licenciadas da UEFA Champions e UEFA Europa League. Em 2011 não será diferente, com previsão de lançamento  do game para o dia 11 de outubro nos EUA os fãs já estão contando os dias para poderem jogar a nova versão do tão esperado game.

PES 2012 continua a determinação da Konami em ouvir a sua base de fãs e fazer melhorias importantes para os aspectos das demandas do público. Assim, o foco do PES 2012 é garantir o alto nível de desafio, jogabilidade e realismo para o jogo, melhorando também o nível de controle oferecido aos usuários.

Vejamos algumas da Melhorias Anunciadas.

Gráficos: Vários aspectos do jogo têm tido uma enorme reformulação. Jogadores e expressões faciais são  agora muito mais ricos e os efeitos de iluminação são mais naturais, enquanto novas câmeras mostram uma enorme variedade de movimento no gramado, com mais detalhes sobre o jogo.

Movimento Sem Bola : Um dos Fatores de grande importância para o PES 2012, é fazer com que os jogadores saiam de seus marcadores mais facilmente . Um novo sistema foi implementado, permitindo aos usuários trocar jogadores com facilidade. Na defesa, o analógico direito agora é usado para selecionar qualquer jogador de campo, enquanto conjunto de peças também são melhoradas através da sua utilização. Chutes objetivos, escanteios, cobrança de faltas e arremessos laterais agora permitem ao usuário rapidamente tomar o controle de qualquer jogador, permitindo criar mais espaços para as jogadas de ataque.

Árbitros: Árbitros são cruciais para o fluxo geral do jogo e sua IA foi bastante reforçada para garantir a menos interrupções para jogar. As decisões são melhoradas, e a vantagem é dada com muito mais regularidade em impedimento e cenários de faltas. Como tal, árbitros intervirão apenas quando realmente necessário, mas com uma autoridade ainda mais firme aplicando cartões quando necessário.

Ajuda aos Passes : com o novo sistema de suporte ao passe o jogador poderá configurar o quanto de ajuda ele quer na hora de fazer o passe através de um nível de IA aplicada. Os jogadores podem optar por uma das cinco definições, desde  total apoio, quando o sistema configura o passe , até a definição veterano que desliga todo o apoio para que o sentido do passe e a velocidade seja especificadas pelo jogador.

“Estamos muito satisfeitos por implementar tantas melhorias nas áreas que nossos fãs querem mudar”, comentou Jon Murphy, Líder de Equipe PES Europeia na Konami Digital Entertainment. “PES 2012 quer corresponder a um futebol real, assegurando uma experiência de jogo inigualável, mas ainda há muito mais por vir”.

Agora só nos resta esperar o lançamento para poder testar todas estas alterações, mas sendo a KONAMI que está por traz disto tudo podemos esperar muito mais que  apenas o divulgado.

Segue alguns screens do jogo divulgados pela KONAMI.

        

        

 

Spring IDE no Eclipse

Nesse Post mostrarei duas formas de ter o plugin Spring IDE no Eclipse:

Primeira forma é baixando a IDE já com suporte nativo:

SpringSource Tool Suite (STS) é uma IDE baseada no Eclipse com plugins pré-instalados que fornece recursos valiosos para os desenvolvedores Spring. Além do suporte para o framework Spring core, STS também oferece editores visuais, validadores, Painel do Spring para outros projetos como Spring ROO, Grails, Groovy, Gradle, tcServer, e Insight Spring.

O plugin principal para STS é Spring IDE, que fornece as características fundamentais de ferramentas Spring.  STS  vem pré-configurado com muitos outros plugins, como M2Eclipse  para  Maven,  Web Tools Platform (WTP), Data Tools Platform (DTP), AspectJ  Development Tools (AJDT) e ferramentas JUnit. Já vem incluso também a edição de desenvolvedor do vFabric tc Server, o substituto para o Apache Tomcat, que vem otimizada para Spring.
STS está disponível a partir do site SpringSource:
http://www.springsource.com/developer/sts

Após o download é só proceder à instalação:

Mac OS:

É preciso montar a imagem de disco, clicando duas vezes sobre o arquivo dmg baixado. Abra o volume chamado ‘SpringSource’ e ​​dê um duplo clique no instalador para iniciar a instalação. Siga as instruções na tela para concluir a instalação.

Windows:

Dê um duplo clique no instalador para iniciar o processo de instalação. Siga as instruções na tela para concluir a instalação.
Se você baixou o arquivo ZIP, não use o utilitário de extração que vem com o Windows isso está causando problemas durante a extração. Em vez disso,use o utilitário livre 7-Zip, recomendado no próprio site.

Linux:

Uma vez baixado, iniciar a instalação, executando o seguinte comando em um terminal:

sh nomeDoArquivoBaixado.sh

Maiores informações referentes à instalação podem ser encontradas no próprio site.

Segunda forma, baixando o plugin Eclipse IDE:

O plugin prove facilidades para o uso de Spring. Possui auto complete para os xmls de configuração do Spring, módulo visual para o Spring Web Flow, navegação entre os beans do Spring, e visualização de recursos AOP.

Instalação:

No Eclipse, clique em “Help –> Install New Software…”para abrir a caixa de diálogo de instalação do plugin.

No segundo passo clique no botão Add. da imagem acima, na tela que abrirá digite “Spring IDE” sem as aspas no campo name, e “http://springide.org/updatesite” no campo Location e clique em OK.

 

Aguarde o Eclipse buscar os softwares, depois selecione apenas os campos acima e clique em Next, após isso basta aceitar os termos e aguardar pelo fim da instalação.

Para gerenciar os sites dos plugins clique em Help -> Install New Software …  Clicando no link “Available Software Sites” você vai ver os sites dos plugins configurados no momento.

Fonte: http://www.springsource.com/developer/sts

O Novo Google Maps Para Android

A Google planeja lançar uma versão atualizada do Google Maps para Android que vai deixar os usuários do iPhone verde de inveja. A nova versão, que a empresa revelou essa semana em uma conferência, vai oferecer aos usuários do Android uma versão bem atualizada que inclui um desempenho mais rápido, gráficos vetoriais em 3D e navegação offline.

Se você já viajou usando o Google Maps você sabe como pode ser importante essa navegação offline. Se aventure por alguns quilômetros fora da cidade para o nada e sua conexão de dados é interrompida. Mesmo nos limites da cidade, se a conexão não for muito boa e diminuir ela pode fazer com que o Google Maps caia, e isso é precisamente o objetivo do modo offline. Segundo o Venture Beat, os gráficos vetorizados menores usados nos mapas atualizados permitirão o cache de dados dos mapas que você usa com mais freqüência, oferecendo uma experiência mais consistente.

google maps android 2 300x474 O Novo Google Maps para o Android Vai Deixar com Inveja os Fãs do iPhoneOs gráficos vetoriais também ajudarão a aumentar drasticamente a velocidade do aplicativo. De acordo com o Gizmodo, o novo app vai baixar cerca de 100 vezes menos dados, “o que leva a um carregamento mais rápido e um zoom mais suave.”

Além da velocidade e do modo offline, o Google Maps 5.0 para Android terá edifícios 3D para mais de 100 cidades, quando você aplicar o zoom. À medida que você move e gira seu telefone, o ponto de vista sobre o mapa vai mudando e mostrando a direção correta.

Segundo o Venture Beat, a nova versão do Google Maps para o Android vai rodar em qualquer dispositivo Android que esteja rodando o Android 1.6 ou superior, mas os dispositivos antigos não serão capazes de utilizar os recursos mais avançados como a renderização dinâmica e a rotação automática.

 

Ubuntu com visual de Mac OS

Para você que usa linux e adora o visual do Mac OS existe o Macbuntu um tema que deixará seu linux igual ao Mac OS sem muito esforço.
Basta apenas executar o Macbuntu que ele fará todo o trabalho, mudará o tema, tela de login e até mesmo o som padrão do seu linux, é um tema fácil de instalar e muito bonito. Você pode fazer o download aqui.
Agora que você já fez o download, extraia o arquivo baixado. Para instalar vamos executar no terminal o arquivo install.sh, para isso entre pelo terminal na pasta que foi criada após a extração e execute o comando abaixo:

./install.sh

Se aparecer alguma mensagem de erro ou incompatibilidade você poderá usar o comando

./install.sh force

que irá forçar a instalação, depois é so confirmar a instalação com um enter e seguir as instruções na tela.

O Macbuntu também possui temas para o Thunderbird https://addons.mozilla.org/en-US/thunderbird/addon/leopard-mail-default-aqua/ e para o Firefox https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/macosx-theme-12782/

É isso ai, até a próxima!

Os Games mais esperados de 2011

Todos os anos as grandes  empresas do ramo dos games lançam uma avalanche de  novos jogos, e a sequência de séries já consagradas no mercado. Como sempre acontece, alguns jogos tem um sucesso avassalador com vendas que chegam aos milhões e outros decepcionam, não correspondendo as expectativas dos jogadores que estão cada vez mais exigentes.

Vejamos agora uma lista com alguns dos jogos que já foram ou serão lançados em 2011:

Brink

brink

Brink é um jogo de tiro em primeira pessoa distribuido pela Bethesda (produtora de Fallout 3), e se passa em 2035, quando uma série de catástrofes ambientais passou a impedir a vida humana no planeta Terra. O único local que se mantém seguro para a vida humana é uma cidade flutuante isolada do resto do mundo, intitulada The Ark. Como é de praxe, porém, a humanidade não parou de se destruir e agora existem duas facções dentro da cidade: The Security e The Resistance.

O jogo Foi Lançado Oficialmente no Brasil dia 12 de maio e conta com o sistema inovador chamado SMART que permite que você faça movimentos de Le Parkour enquanto atira. Em BRINK há uma infinidade de customizações possíveis e principalmente possibilita a fusão entre o singleplayer e o multiplayer, com um sistema parecido com Left 4 Dead 2.

Ta ai um ótimo game para quem gosta de muita ação.

Requisitos para rodar o game no PC.

SO:  Windows XP ® / Windows Vista ® / Windows Seven®

Processador Intel Core 2 Duo Com frequência igual ou superior a 2,4 GHz

Memoria Ram: 1gb (Windows XP) / 2gb (Windows vista /Seven)

placas vídeo / som: vídeo NVIDIA 8800 gs ou AMD Radeon HD 2900 pro /Som: Placa compatível com directx.

Disco Rigido: 8Gb

CRYSIS 2

Crysis2

O mundo foi devastado por desastres climáticos e a sociedade está à beira da ruína total. Agora, os alienígenas retornaram com uma força invasora plena e pretendem aniquilar completamente a humanidade. Para começar, vão rasgar o coração da cidade mais icônica da Terra, Em Nova York, invasores alienígenas aterrorizantes perambulam pelas ruas e uma praga implacável ataca milhões de habitantes com uma epidemia que se espalha a uma velocidade brutal. Os sistemas da cidade estão em caos, as ruas e os prédios estão em ruínas flamejantes. Esta é uma Nova York como você nunca viu.

Nem paramilitares nem o poderio do exército dos EUA podem fazer frente aos invasores. Todos que decidiram resistir estão condenados à morte. Para simplesmente sobreviver neste turbilhão mortal, é preciso ter uma tecnologia que ultrapasse os limites conhecidos por um soldado moderno.

Um homem vai herdar o que é preciso para sobreviver. Um supersoldado, portador da tecnologia de intensificação de combate do futuro com Nanotraje 2, vai ser a última esperança para salvar a humanidade da destruição na selva urbana de Nova York.

Crysis 2 Chegou ao brasil no dia 7 de abril, o grande destaque desta nova edição são os modos para vários jogadores. Serão seis ao todo, que aproveitarão os 12 mapas na Nova York devastada, com diferentes estilos de jogabilidade. ‘Crysis’ original ficou famoso por levar muitos computadores ao limite com seus gráficos. ‘Crysis 2’ deve manter o visual de ponta e agora estará disponível também nos consoles Xbox 360 e PS3, propiciando também 3D.

Outro Ótimo game para quem gosta de muita ação e tiroteios alucinantes.

Requisitos para rodar o game no PC.

SO:  Windows XP ® / Windows Vista ® / Windows Seven®

Processador Intel Core 2 Duo ou AMD Athlon 64 X2 Com frequência igual ou superior a 2 GHz

Memoria Ram: 2 GB

placas vídeo / som: Vídeo NVIDIA 8800 GT ou ATI HD 3870 /som compativel com Versão do DirectX: 9.0c

Disco Rigido: 9gb

MAX PAYNE 3

MaxPayneMax Payne 3 começa 12 anos depois dos eventos de Max Payne 2, com o Max visivelmente mais velho, mais violento, e mais cansado dos eventos da sua vida. Tendo abandonado a polícia de Nova York, Max tem recebido trabalhos estranhos de proteção pessoal e consultoria, e o encontramos  protegendo uma família rica em Sao Paulo, uma das cidades mais mortíferas e cheias de crime do mundo.

Absolutamente no fundo do poço, Max descobre que problemas ainda o perseguem em todo o lado e ele é puxado para o centro brutal do negro submundo do Brasil. Max Payne 3 continua com muitas características dos seus predecessores; um foco na história e personagem com ação, um grande número de armas sofisticadas com dupla capacidade de segurar várias armas, o ullet time, e com painkillers, temática maduras e o sempre presente monólogo de max payne, max payne 3 também utiliza natural motion e a engine da rockstar, a Rage, a trabalhar com uma nova tecnologia de física de partículas que irá entregar um combate espetacular com avançadas cenas de corpo-a-corpo, um sistema de cobertura inteligente e variedade de jogabilidade em cada nível.

O  lançamento previsto é para Novembro de 2011.

Como o Jogo ainda está em produção não há requisitos de sistema.

 

DUKE NUKEM FOREVER

duke nukem forever

A série de tiro em primeira pessoa Duke Nukem sempre cativou os jogadores por seu enredo politicamente incorreto. O jogo foi um dos primeiros da história do videogame a contar com a aparição de prostitutas e o uso descarado de drogas — quem não lembra das dançarinas de Duke Nukem 3D e dos esteróides que o herói utilizava para recuperar energia? A série sempre foi famosa por sua violência barata e diálogos de baixo calão, e agora Duke Nukem Forever promete eternizar a série após mais de dez anos de seu anúncio inicial.

Depois de anunciar e adiar repetidamente as datas de lançamento, a 3D Realms anunciou em 2001 que iria simplesmente lançar “quando estivesse pronto”,Em 3de setembro de 2010, depois de 14 anos, Duke Nukem Forever foi oficialmente afirmado pela 2kgames como estando em desenvolvimento pela Gearbox Software, com lançamento anunciado para 10 de junho de 2011.

Requisitos para rodar o game no PC.

SO:  Windows XP ® / Windows Vista ® / Windows Seven®

Processador Intel Core 2 Duo 2.4 Ghz ou AMD Athlon 64 X2 2.6 Ghz

Memoria Ram: 2 GB

placas vídeo / som: Vídeo NVIDIA 8800 GT 512 MB ou ATI HD 3870 /som compativel com Versão do DirectX: 9.0c

Disco Rigido: 10 gb

MORTAL KOMBAT 9

Mortal Combat 9Mortal Combat 9 é um Reboot da série, reiniciando sua história. O jogo é extremamente sangrento e violento sendo taxado como doentio. O jogo tem 26 personagens Baraka, Cyrax,Ermac, Jade, Jax, Johnny Cage, Kano, Kung Lao, Liu Kang, Mileena, NIghtwolf, Noob Saibot, Raiden, Reptile, Scorpion, Sektor, SahngTsung, Sindel, Sonya, Stryker, Sub Zero. Além desses lutadores, o jogo disponibilizará 2 chefes ou bosses como muitos conhecem que são Goro e Shao kahn.

Quanto à jogabilidade, o novo game da série recebeu algumas novidades, como “Barra Especial”, dividida em 3 partes identificadas para cada tipo de golpe; “Fatalities”, o clássico sistema de seqüência de teclas; “Stage Fatalities”, fatalities especial de fase; “Modo Cooperativo” algo tipo Marvel vs. Capcom e também os “Combos”, totalmente reformulados.

O jogo já foi lançado para PS3 e XBOX e, segundo a produtora, não haverá versão para PC.

Agora é só escolher o game que mais se enquadra ao seu estilo de jogo e se divertir.

BOM GAME A TODOS.

Configurar Projeto CodeIgniter

Para iniciarmos o desenvolvimento com CodeIgniter precisamos, é claro, fazer o download no site http://www.codeigniter.com. Antes de iniciar um novo projeto sempre baixe a última versão disponível no site. Assim você estará trabalhando sempre com a versão mais recente do framework. Após o download você deve extrair o arquivo que virá no formato .zip, veja abaixo a estrutura do CodeIgniter:

As duas principais pastas são: system, onde estão armazenados os arquivos do framework e a pasta application, que é onde vamos salvar nossos arquivos PHP. Abaixo você pode ver a estrutura da pasta application, onde nós vamos trabalhar:

As pastas que nos interessam no momento são:
pasta config
Contém os arquivos de configuração da aplicação, como banco de dados e rotas.
pasta controllers
Ela armazenará os controladores da aplicação, que são os primeiros arquivos a serem chamados quando uma URL é digitada.
pasta models
Onde nós criaremos nossos arquivos de modelos. São os arquivos que se comunicam com o banco de dados.
pasta views
Esta pasta contém todos os códigos HTML, utilizados para exibir as informações no navegador.
Obs: As outras pasta não devem ser alteradas nem excluídas.
Depois dessas pequenas explicações já podemos ir ao que interessa, crie um projeto no IDE que você preferir e descompacte os arquivos na pasta do projeto. No Eclipse ficaria com a estrutura abaixo:

Agora mande rodar o seu projeto e se tudo ocorrer como esperado deverá ver a página abaixo em seu navegador:

Endereço: http://localhost/post

Nesse primeiro post iremos construir o clássico Hello World para compreendermos melhor o funcionamento do framework. Altere o arquivo de configuração config.php na pasta application/config. Altere a variável

$config['base_url']='';

para

$config['base_url'] = 'http://localhost/post';

onde “post” é o nome do projeto. Essa variável define o endereço base do site.

O próximo passo é alterar as rotas do CodeIgniter, para isso vamos mexer no arquivo routes.php na mesma pasta que o config.php, encontre e mude a linha abaixo:

$route['default_controller'] = "welcome";

para

$route['default_controller'] = "olamundo";

Essa variável é o controlador padrão do nosso site.

Vamos, então, criar o controlador olamundo que foi referenciado em

$route['default_controller'] = "olamundo";

 

Dentro da pasta application/controllers/ crie um arquivo chamado olamundo.php com o conteúdo abaixo:

application/controllers/olamundo.php

<?php
class Olamundo extends CI_Controller{

	function index(){
                /*carrega a nossa view */
		$this->load->view('olamundo');
 	}
}
?>

Obs: tome cuidado ao criar os seus arquivos pois o PHP é case sensitive, ou seja, distingue minúsculas de maiúsculas. O nome do arquivo deverá ser em minúsculas e a classe será o mesmo nome que o arquivo só que a primeira letra em maiúscula.

Agora que temos nosso controlador precisamos criar nossa view que será responsável por exibir as informações na tela. Essa view deve ser criada na pasta /application/views/ com o nome olamundo.php:

/application/views/olamundo.php

<html>
<head>
<title>Ola Mundo!</title>
</head>
<body>
<h1>Ola Mundo!</h1>
</body>
</html>

Para testar se tudo funcionou corretamente digite a url http://localhost/post/index.php/olamundo uma tela como a seguinte deverá aparecer:

Ok, note agora que estamos digitando o index.php antes do nosso controller olamundo como isso fica estranho e pouco amigável para usuários leigos no assunto, vamos habilitar no CodeIgniter, URL’s limpas, o que significa dizer que no nosso exemplo a URL ficará assim: http://localhost/post/olamundo.
Faremos essa configuração através do arquivo .htaccess. Esse arquivo contêm informações sobre como o Apache deverá comportar-se a respeito de uma pasta ou arquivos. O arquivo deverá ser criado na raiz do nosso projeto, certificando-se de não salvar como .htaccess.txt, pois se isso acontecer, a configuração não funcionará.

A seguir, veja o código do arquivo .htaccess:

RewriteEngine on
RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-f
RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-d
RewriteRule ^(.*)$ index.php/$1 [L]

Este arquivo contém três partes. A primeira linha informa ao servidor que se não estiver habilitado o RewriteEngine, ele deverá ser acionado. A segunda e terceira linhas informam ao Apache em que condições deverá ser aplicada a regra contida na quarta linha. E por último, a regra de reescrita. Essa linha contém uma expressão regular que substitui tudo o que encontrar na URL pelo seu próprio conteúdo acrescido de index.php.

Depois dessa configuração já podemos acessar a nossa página pelo endereço:

http://localhost/post/olamundo

É isso ai pessoal espero que seja útil pra quem está iniciando com esse excelente framework, até a próxima!